sábado, 5 de junho de 2010

Momento Blackframe: homenagem.


Resolvi transformar o Momento Blackframe da postagem de hoje em uma merecida homenagem.

Sou um bom cinéfilo (ainda que limitado pelo meu gosto) e valorizo muito os filmes de terror, gênero por vezes mal visto, porém, queridíssimo. Como falar de terror sem relembrar os bons slasher movies? Michael Myers (1978), Jason Vorhees (1981), Freddie Krueger (1988), Chucky (1988)... Todos estes são grandes ícones do gênero que sofreu um "boom" nos anos 80.
Em um universo tão vasto, é comum esquecermos um ou outro personagem marcante, ainda mais quando seu filme não foi lançado oficialmente no nosso país - caso de Angela Baker, de Acampamento Sinistro (Sleepaway Camp), e é dela que gostaria de falar um pouco.
Sleepaway Camp não foi lançado no Brasil, tendo sua sequência (Sleepaway Camp 2 - Unhappy Campers) sido lançada como o primeiro da franquia.
Como as diferenças entre o filme original e suas sequências é gigantesca, considero absurdo o que foi feito com a série, uma vez que o primeiro filme é, de fato, um slasher clássico obrigatório na lista de qualquer cinéfilo que tenha uma quedinha pelo terror.
A história se passa, obviamente, em um acampamento de verão para adolescentes. Angela, traumatizada pelas trágicas mortes de seu pai (homossexual assumido) e de seu irmão mais novo, ocorridas anos antes - perto do acampamento onde agora passa férias - passa boa parte da fita sem abrir a boca, expressando pouco por um olhar quase vazado, enquanto seu primo Ricky a defende das brincadeiras de mau-gosto dos campistas que estranham seu comportamento reservado e misterioso.
Quando Angela se apaixona pelo melhor amigo do primo, finalmente começa a manter algum diálogo, ainda que tímido e limitado; Na mesma medida em que começa a se soltar, as brincadeiras da quais é alvo vão se tornando cada vez mais agressivas.
A fórmula é simples: toda vez que alguém faz alguma maldade com Angela, seu primo interfere defendendo-a e, logo em seguida, o algoz aparece morto de forma misteriosa, quase sempre por aparentes acidentes, todos bizarros.
O clima de tensão vai se estabelecendo junto com a contagem de corpos, para culminar num final surpreendente: quando todos esperavam que Ricky fosse o assassino, Angela se mostra a cruel vilã do filme e, não obstante, revela ser homem - Peter, o irmão mais novo da verdadeira Angela, morta no acidente junto com o pai.

O blackframe foi feito a partir da cena final, quando Angela aparece nua (revelando seu sexo) na beira do lago, enquanto segura a cabeça decepada do namoradinho que a traiu em certa parte do filme. Amo essa cena, amo a expressão da atriz (Melissa Rose) e me apaixonei pelo filme à primeira vista.
A Angela das sequências também é muito boa, mas já não tem o ar de inocência e fragilidade e muito menos a interpretação da mesma atriz, o que a faz perder algum brilho.
Eis minha singela homenagem aos Slasher Movies e a essa grande assassina em série, digna de aplausos.

Angela, vamos juntos nadar no lago? Mas vamos de sunguinha, ok?

2 comentários:

  1. -q USAHDUISAHIDHSAD Existem milhões de filmes de verdadeiro terror que preciso assistir, mas era dignamente adorável não querer ficar no escuro durante dias após assistir algum dos filmes do brinquedo assassino. *-*

    Então, há meses frequento este blog mas acho que é a primeira vez que comento. Enfim, passa lá no meu blog que tem algo pra ti e pro Whatever Hall. :D

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  2. aI GUIZUDO, MANDA ESSA PREGUIÇA EMBORA E COME
    ÇA A TRABALHAR CAMARADA. P'RA COMEÇAR VAMOS EX-
    PANDIR ESSE VEÍCULO!
    gaviao azul/ufpe

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