segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Halloween e a eterna namoradinha do Brasyl.



Michael Myers?
Jason Voorhees?
Freddy Krueger?


NADA.

Cuidado com a peruca 
da Regina Duarte em O Astro.

Ela fugiu do acervo capilar do Projac.
Ela está desempregada.
Ela surtou.

Cheque seus armários.
Tranque bem as portas.
Não atenda o telefone.

E, mais do que tudo,
fique longe do Leblon.



Moça munita.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Uêpa!

Quebrei minha cabeça pensando em como aproveitar essa maravilha, mas não cheguei a nenhum resultado  digno; nem blackframe, nem meme, nem porra nenhuma... Ou seja, finalmente, uma foto tão sensacional que mesmo sem nenhuma mensagem é...

HAUAHAUAHUAHAUAHAUHAUAUHAUHAUHAUHAUHAU!
#MORRI4EVA


#OMG it's FRIDAAAY!

Hoje é dia de quermesse! 




(...)

Da sessão #EUQUERO: mermaid skeleton.

Eu sei que essa história de acessórios de caveira meio que orkutizou, mas, caralho, que colar sensacional! Adoro que a descrição da foto diz que o design é da/do nOir; onde vende e quanto custa que é bom nada!

MÃE, MEU ANIVERSÁRIO TÁ CHEGANDO E...
Respira fundo, você ainda tem dois meses contra os 24 anos.


Da sessão #EuUsaria: uma sexta-feira 13 muito phyna.


Mas não deixaria ninguém 
enfiar um machado na minha testa*; 
estragar minha Louis Vuitton? 

MÁ NEM SENDO MAIS MORTO
QUE O PRÓPRIO JASON!
Pamela Voorhees louca do piru 

matando todos aqueles jovens dos anos 80 
seria fichinha perto do meu surto psicótico.

*quem assistiu Sexta-Feira 13 - Parte 3 e não reparou no detalhe da marca do machado 
nos filmes seguintes merece a morte. MORTE! 



quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Emoticons: a verdade.



Pior é que sou viciado 
em todos eles 
=(((((((((


Da sessão #OMFG: propaganda RUIM!



Certeza que foi o Pe Lanza que bolou essa merda.
CERTEZA.

Insônia e sua vantagem.



Por mais que eu odeie ser notívago, assumo que certas coisas dessa vida noturna valem a pena.Ver a noite se transformar em dia, por exemplo... Principalmente quando, em poucos minutos, do azul escuro, triste, surge um céu cor de rosa como esse. 
Por mais que eu odeie a natureza, assumo que vez ou outra me perco ao admirá-la; como é linda! Ainda que eu não passe da minha janela e do meu quintal,  um céu desses justifica todas as viagens que não fiz, todos os lugares que não vou conhecer e todos os cenários que não consigo nem mesmo imaginar.
Por mais que eu reclame da minha casa, mal decorada e mal cuidada, assumo que adoro certos cantinhos dela. As janelas são as favoritas; nas da frente, um retângulo de mar, nas de trás, a selva de pedra de uma favela - até mesmo a favela ficou linda com esse céu.

Devemos olhar para cima mais vezes. Vai que Deus resolve nos presentear com um pequeno momento como esse. Um céu cor de rosa.

Bom dia, Ipanema.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

#WIN e #FAIL; uma via de mão dupla.

Personagens Disney realísticos.


Do canto superior esquerdo para o direito, 
descendo na mesma ordem para as fileiras seguintes:

Rapunzel, Flynn Rider, Mother Gothel, Tiana, Charlotte LaBouffe, Esmeralda, Frollo, Quasimodo, Giselle, Jane, Tarzan, Cinderella, Bela, Príncipe Adam (a Fera), Gaston, Jafar, Mulan, Alice, Jasmine, Aladdin, Aurora, Príncipe Felipe, Malévola, Cruella DeVille, Mégara, Hércules, Pocahontas, Branca de de Neve, a Rainha Má, Ariel, Príncipe Eric e Ursula. 


Fonte: http://migreme.net/1fje

Quero ser 
amiguë de todos!

Da sessão #WHAAAT? A very crazy japa craziness GAY.

Na mesma tecla: 
depois os japoneses dizem que é perseguição.

WHAAAT?
O QUE A FODA É ISSO?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Momento Blackframe: final de carreira.


Sei nem se a Gaga de verdade.
Foda-se, a idéia é válida mesmo que não seja.

Phyna.

Certeza que ela caga orquídeas. 

Da sessão #EuUsaria: carruagem grifada.


Limousine is sooo last rapper...


É mais chique ir ao baile 
procurar o seu negão numa dessas.
Cadê a foda fada madrinha? 



ALOKA.

domingo, 23 de outubro de 2011

PSC e a família modelo.

Minha gente, não é nenhum segredo que abomino 90% das campanhas ridículas que aparecem pelo Faceboorkut, mas isso não quer dizer que eu não concorde com algumas causas - apenas acredito que esses eventos criados pelos revolucionários das redes sociais só servem para que essa gente acredite que está, de fato, fazendo alguma coisa pela sociedade. 
Contudo, semana passada esbarrei numa coisa que realmente me incomodou. Desde a primeira vez que vi essa propaganda do PSC (Partido Social Cristão) a coisa não me desceu bem; tenho certeza que a intenção por baixo dos panos não é nem um pouco inocente ou positiva.
Ao que, recentemente, encontrei no Facebook.
Pois cale-se mesmo. É errado misturar política com religião, ainda que a humanidade sempre o tenha feito; nada justifica a manutenção deste erro. Reclamem o quanto quiserem e gritem aos sete ventos que a sociedade está ruindo por falta de valores (de Bíblia, traduzindo), nada mudará a realidade: esse tipo de pensamento é nocivo.
Essa visão que delimita o que é família impede que outras milhares de estruturas e formas de amor, igualmente positivas, sejam adequadas aos olhos da população; ainda mais quando a propaganda dirige-se a uma maioria ignorante e facilmente manipulada. Basta uma única pessoa comprar e defender essa idéia para que ela já seja suficientemente prejudicial.

Shut up,
 holly bitches.
Odeio esses crentes
cegos e surdos.

Da sessão #EUQUERO: Photoshop in live-action!



EU QUERO ESSE 
PHOTOSHOP PRA VIDA!



Aqui está a explicação,
 seu desatualizado.
http://migre.me/5YFJH


Momento Blackframe: iCarly em 2012.


Abençoado 
seja o Photoshop. 



sábado, 22 de outubro de 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

AI COMO EU TÔ BONECA!

Acho o Zorra Total um dos programas mais sem graça da história da televisão brasileira, mas não posso negar o carisma de alguns personagens e minha simpatia por uma dupla específica.

Não sei quem as fez, mas fica a dica que
DOU UM RIM POR ELAS!


Ai como eu tô 
desesperado por essas bonecas!
Diretamente do Faceboorkut de alguém.


Inveja é outra coisa.





Te entendo, querida.
Super te entendo.

Toda marginalizada.

Acho que o último clipe que comentei/critiquei por aqui foi o de I Wanna Go... Não foi? GENT, cês juram que  ignorei completamente Yoü and I da Gaga e fiz a egípcia pro Rock in Rio? QUE ABSURDO! 

É claro que eu não vou fazer um resumo.
Bola pra frente.
Yoü and I me pegou de jeito.

Cês já viram que gracinha o mais novo e singelo clipe da srta. Spears? Finalmente a bonitinha tomou vergonha na cara e assumiu que anda super preguiçosa; pra que dançar? Acerta na make da Avon, manda umas caras e bocas, faz a gata-sensual-no-chuveiro, taca uns efeito especial de tiroteio e pronto.




O problema é que nada disso adianta 
se a música for um chute nas bolas.
Gasoline ou Trip To Your Heart, 
que são ótimas, cê não clipeia, né? 
Bitchney maldita.

=))))))))))))


domingo, 16 de outubro de 2011

A História Sem WHAAAT?


A imperatriz menino.


O escritor.

Escreveu vinte e cinco livros, maravilhosos best-sellers... Isto é, se tivessem sido publicados. Temia o julgamento das inevitáveis críticas. De qualquer forma, eram verdadeiras jóias raras; não tinham sido escritos com o propósito único de render uma casa de praia ao seu autor.
Não fez outra coisa na vida se não escrever. Era escritor desde que o primeiro sopro de ar invadiu-lhe os pulmões; antes mesmo do primeiro bilhete aos pais, do primeiro cartão de aniversário ao amigo de infância ou da simples lista de compras do exercício da escola. Um escritor sem ritos de passagem para contar, ponto.
Egoísta em todos os sentidos, não abria seu mundo para ninguém, vivendo marginalmente nas maravilhosas fantasias que criava todos os dias. Assim sendo, foi escrevendo, escrevendo, escr... Quantos mesmo? Vinte e cinco. Como sua idade.
Morava num singelo apartamento que era pobremente decorado, fruto da herança de seus pais. Não precisava se preocupar com dinheiro, já que suas ambições eram pequenas; vivia trancado em casa, saindo apenas para tarefas básicas, como ir ao banco, ao mercado ou a farmácia. Chegou a ter um cão, na esperança de que este o fizesse sair mais vezes, mas no final das contas o cachorro acabou indo parar nas mãos da vizinha.
Sonhava com Alice todos os dias. Há quatro anos era sua vizinha de porta, mas tinham conversado somente uma  vez - justamente quando o cachorro estava prestes a ser abandonado numa rua escura, fria e deserta.
Ela não saia de sua cabeça de jeito nenhum. Não podia ser paixão. Amor? Muito menos. Reservava tais sentimentos para si. Cisma, ou talvez encantamento, mas era mais provável que fosse uma obsessão.
Alice tinha quarenta e seis anos, estava quatro ou vinte e sete quilos acima do peso, e seus cabelos castanhos começavam a ficar grisalhos. Tratava-se de uma caricata figura enfeitada por vestidos floridos, sapatilhas metalizadas e escalafobéticos óculos de gatinha - aqueles pontiagudos nas beiradas.
Foi um choque quando ela se matou. O que a levou a enfiar o secador de cabelos na goela? Morrera sufocada ou eletrocutada? Como raios conseguiu fazer aquilo? Pouco importava, Alice não estava mais lá para atormentá-lo com sua cantoria; só sabia que existia um Sidney Magal no mundo graças a voz esganiçada e pavorosa daquele ser tão peculiar.
Pensou que, talvez, pudesse ter lhe emprestado um de seus livros... mas de que adiantaria? Alice era analfabeta funcional, fato comprovado quando bateu em sua porta pedindo ajuda para escrever um bilhete ao porteiro.
Depois de Alice com o secador atravessado no esôfago, a idéia de suicídio não lhe deixava mais em paz; que inventivo! Nem em seus mais delirantes capítulos descrevera algo tão absurdo. Teria que ser mais criativo se fosse tirar a própria vida, pensou... pensou por dias, entrando inconscientemente numa competição suicida; precisava superar o feito de sua vizinha.
EURECA! De repente, engasgar-se com um eletrodoméstico lhe pareceu banal, vulgar. Comeria todos os seus livros. Deixaria esse mundo levando dentro de si todas as suas fantasias, todas as palavras que conhecia.
Juntou os vinte e cinco e, sentado na poltrona laranja frente à janela, começou a degustação. Quis desistir da idéia nas primeiras dez páginas, pois o papel tinha um péssimo gosto, mas lembrou-se que servia a um propósito maior. Vinte, trinta, sessenta, cento e trinta e cinco, duzentas e quinze... trezentas. Ficou aliviado; morrer no primeiro livro arruinaria tudo.
Mais um livro. Outro livro. E mais outro. No décimo terceiro, estava tonto, sentia fortes dores no estômago e um amargo gosto de sangue; o papel lhe cortara a boca e a garganta.
Ignorando a náusea, começou o décimo quarto livro. Veio então o décimo quinto, o décimo sétimo, o vigésimo segundo... Chegara, finalmente, ao último.
Respirou fundo, admirou uma última vez a vista da janela e, com os olhos marejados, despediu-se da vida. Comeu a primeira, a segunda, a oitava, a trigésima, a nonagésima, a centésima quinta, a centésima trigésima oitava... Sua visão começou a escurecer, como se pequeninas mãos roxas tapassem lentamente seus olhos pelas costas. Centésima quinquagésima sexta, centésima sexagésima quarta... Quando uma deliciosa sensação de liberdade dominou seu coração, já espremido por milhares de páginas, percebeu que sangrava por todos os orifícios.
Na centésima nonagésima nona, não aguentou; entregou sua alma à força para a dama de cor púrpura que lhe tapava os olhos. Morreu incompleto, deixando uma única página para trás; a maldita página que estragou seus planos.
A polícia só foi chamada quando o cheiro já ocupava todo o andar. Virou notícia para todos os possíveis tipos de mídia, alçando fama internacional como "o escritor que devorou sua obra". Extra, extra!
Naquela página frustrada havia apenas uma simples e curta frase, que acabou sendo lida por milhares de pessoas e foi reaproveitada das mais diversas maneiras, tornando-se, inclusive, uma das citações mais usadas naquele ano; encerrou o texto do perfil de muita gente nos sites de relacionamento virtual.

"Vivo para dentro porque 
não aguento a beleza do que está fora."





Momento Blackframe: Liby Marilac.




A parte dos bons drinque 
eu não agoento mais 
desde 2009.

=)))))))))


sábado, 15 de outubro de 2011

O banquete.

Era um processo duro, porém necessário. O casal não se suportava desde o nascimento do príncipe herdeiro, a criança mais bela e bondosa da face da Terra.
O divórcio litigioso acontece quando, além de não querer mais dividir a mesma cama, o casal não concorda com os termos da separação; normalmente a divisão de bens e a guarda de um provável filho.
No caso de Mariska e Eriqüe o problema não eram os bens, era o filho insuportável; mas, ora bolas, não se tratava de um pequeno anjo? Pois sim, este era exatamente o motivo da rusga. Nenhum dos dois queria criar tão prestativo, carinhoso, educado e compreensivo ser. A perfeição era tão incômoda que quase não permitiam que a criança falasse; evitavam o arco-íris que saia de sua boca no lugar das palavras.
Após diversas reuniões com os advogados, o único papel que faltava assinar era o da guarda. A última briga foi muito feia, com direito a tapas e palavrões jamais pronunciados. Horas depois, com ânimos menos exaltados e um escritório de advocacia parcialmente destruído, sentaram-se para discutir reservadamente a questão, obrigando seus impotentes defensores legais a sairem do recinto; seus mandos e desmandos eram garantidos pelo dinheiro que tinham.
Trocaram mais algumas farpas, mas acabaram concluindo que gritar até a morte não resolveria o problema do filho indesejado. Viram-se então obrigados a buscarem juntos por uma solução que agradasse aos dois. Surpreendentemente, não levaram muito tempo para encontrá-la.
Na noite seguinte, reuniram-se os três na mansão que tinha ficado com Mariska na separação; um último jantar em família, por que não?
No belo salão, uma imponente mesa aguardava o trio; era dourada, contrastando bem com o forte cor-de-rosa da toalha de renda e, curiosamente, tinha somente dois pratos. O ambiente era iluminado por um antigo lustre de cristais verdes que, apesar de majestoso, criava apenas uma  gélida penumbra muito suave e agradável. Para alegrar o ambiente, dançarinas russas tinham sido contratadas. Era uma noite de festa, a celebração do acordo verbal assumido pelos dois. No entanto, destoando do cenário, a música que ecoava pela casa era pesada, aguda e desconexa, parecia trilha sonora de um filme de Stanley Kubrick.
A entrada foi uma simples salada de legumes e vegetais cozidos no vapor. Sem saber por que não tinha sido servido, o menino assistiu aos pais comerem sem reclamar-lhes a fome que sentia; jamais os atrapalharia no sagrado momento da refeição.
Limparam delicadamente os lábios úmidos de azeite e vinagre, e vislumbraram uma última vez a horrenda e angelical face do fruto de seu frustrado casamento. Iam comer o próprio filho.
Eriqüe levantou-se devagar e, calmamente, foi para trás da cadeira onde Abel, seu rebento, estava sentado. Acariciou os caixinhos negros da criança que, como se fossem uma alça, serviram para que batesse violentamente sua cabecinha no tampo da mesa.

O volume da música aumentou.

Não morreu de primeira. Começou a gritar e a chorar desesperadamente, assustado com tamanha agressão. Droga, a pancada deveria tê-lo apagado. Pois bem, mais uma vez a sequência; carinho, caixinhos, alça e a violenta pancada no tampo da mesa.

O volume da música aumentou.

Um lindo chafariz de sangue silenciou os gritos histéricos do menino. Ainda não tinha morrido, mas já soluçava e estrebuchava como um porco no abate. Faltava pouco. Que inferno! De novo! Carinho, caixinhos, alça e mais outra violenta pancada no tampo da mesa!

O volume da música aumentou!

Espirros de sangue. Silencio... silencio... Risadas de satisfação. Estava finalmente morto. Deitaram o cadáver de rosto esfacelado numa enorme travessa de louça inglesa e, educadamente, começaram a se servir.
Acharam divertido comer os olhos verdes de Abel, pois, na primeira mordida, estouraram na boca como uvas maduras. Fartaram-se com os braços, o peito, a barriga, as coxas, as panturrilhas, os glúteos e a genitália; e que genitália! Seria um macho viril igual ao pai, com certeza. 
Apesar de toda a candura, surpreenderam-se com o sabor amargo e apimentado do menino; descobriram então que o bem não era açucarado ou enjoativo. 
Se não comiam pés e penas de galinha, não poderiam comer os pés, as mãos e os cabelos do menino também, concordaram.
Após terminarem, entorpecidos por tão rica refeição, abandonaram placidamente o abatedouro nababesco que outrora fora a sala de jantar, dispensaram as dançarinas, apagaram as luzes e foram sentar-se na sala de leitura, lugar preferido de ambos.
Acenderam o mais prazeroso cigarro de suas vidas e relaxaram como se estivessem em transe... Quando deram por si, estavam nus, aos prantos, fazendo amor como nunca tinham feito; violento, brusco, forte... Passional como não poderia ser. Fizeram as pazes.

A música aumentou uma última vez.

Tudo estava na mais perfeita ordem ao amanhecer, não restando um sinal que fosse da comilança da noite anterior. Ao serem questionados por amigos e parentes sobre o destino do filho, respondiam sem pudores que o tinham devorado. Lidaram por muito tempo com as risadas abafadas pela descrença das pessoas. Foi uma história repetida muitas vezes, até que pararam de perguntar. Não viam mais graça nos pais que comeram o filho.


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Pêssego sexy.


Melhor relembrar, né?


Daisy é gorda.
E invejosa.


Da sessão #WHAAAT? KLB Oo'



Dois anos? Não seriam DEZ?
KLB AINDA EXISTE?

Jurava que eles
tinham morrido.
Em 1999.


Dia das crianças.

It's a boy or a girl?
Both of them, maybe?

Er...

FELIZ DIA
DAS CREYÇAS!

Estou levemente atrasado, né? Procrastinar a vida é comigo mesmo. As publicações #QuemSeLembra? foram uma forma de homenagear a proximidade com o dia das crianças, mas como achei uma delícia relembrar tantas coisas da minha infância perdida, decidi que quando eu esbarrar em algo que seja saudoso (ao menos para mim) voltarei com essa... costumo criar sessões para categorizar minhas publicações, mas sei que o blog já está superlotado delas. Assim sendo, o #QuemSeLembra? será apenas um momento vintage do Whatever Hall.


Saudoso e com 
um pouco de maldade no meio.
Afinal, eu não presto.
=)))))))

PS: crianças gordas
vão direto para o inferno.