quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Coleção; TÁ OLHANDO O QUÊ?

Lembro de ter escrito um ou dois textos sobre elas; sempre mencionadas sutilmente, como um hobbie extravagante e exótico - para uma sociedade machista como a nossa, é claro. 
No entanto, apesar do honroso registro da existência dessa coleção nesses supostos textos (perdidos nos arquivos do Whatever Hall), acho que nunca publiquei fotos delas. Como tem me sobrado muito tempo (alô inércia, tá boa? Sua linda), tirei as últimas duas semanas para restaurá-las; penteados desfeitos, roupas amareladas e manchadas e poeira em todos os cantos possíveis - fora um esmalte incolor aplicado em alguns penteados (nem Deus explica por que fiz isso com elas). 
Muita água, sabão de coco, acetona, gel de cabelo (L'Oreal, porque elas merecem), laquê (Charm Fixação Intensa) e disposição deixaram-as como novas; dentro da medida do possível, é claro.

Vamos ao suicídio social... 
(papai, eu te amo, aceita esse meu jeitinho).


Uma das vítimas do esmalte;
nunca entendi para que direção essa diaba tá olhando.
A Ariel mais recente (tenho seis, rysos).
Tenho um Sebastião proporcial a ela, HÁ!
O Eric teria sido o primeiro da coleção se Valentina, minha cã,
não tivesse destruído aquele boneco em 2006 - esse veio em 2009.
Um dos melhores presentes que já ganhei nessa vida;
valeu, dona Ivana!
Pena que esse Aladdin veio sem sapato;
próxima peripécia: costurar uma bota para ele.
Jasmine foi a que me deu menos trabalho;
apesar de ser antiga e ter vindo de um brechó,
o cabelo só precisou de uma escovada e a roupa estava impecável. 
Odeio Mulan e odiava essa boneca até ter conseguido fazer esse coque; antes parecia a Kayako.

Só com muita fé em Cristo pude domar a cabeleira dessa sapat... digo, linda;
sim, é aquela cujo cabelo pode ser ~cortado~
Todo um amor por esse chinês com cara de galã da Globo.
O cinto e a faixa do chapéu se desfazendo durante a lavagem
me deixaram em pânico. Mas tá linda.
Esse vestido estava verde. VERDE, É. Fim.
Cabelos rebeldes, luvas encardidas e descalça;
uma odisséia encontrar sapato que coubesse no pé dessa maldita.

Um caso de makeover até na roupa;
laços e babados podres, precisei refazê-los com outros materiais.
Sou só eu que amo esse vestido cafona da Cinderela?
Uma das mais queridinhas; quase enlouqueci fazendo esse penteado.
Aurora on pills 4eva.

Foi uma alegria quando o elástico
que prendia o coque dessa amada arrebentou;
aproveitei e fiz o babado do vestido também.
Quero nem ver essas madeixas daqui a 15, 20 anos.
Reprovo esse vestido (todo errado, gent), mas ô bicha bonita!
A vítima mais grave do esmalte;
horas para livrar esse topete das couraças que o mantinham uó.
Agora tá assim, maravilhosa e estrábica.
Chorei litros quando a camurça azul saiu do corpete durante a lavagem.
Essas miniaturas são sensacionais! Super ricas em detalhes e tal...
Aliás, essas, Ariel, Tiana, Bela e Rapunzel vieram da Disney Store de Portugal;
presente de natal que ganhei de minha maior patrocinadora para a vida.

Se eu não fosse um fotógrafo tão ruim e não tivesse me cansado para fotografar essas, as outras quatro bonecas da Ariel estariam aqui também, mas, né? Duas já dão pro gasto. 
E para quem tiver curtido os efeitos das fotos, fiz num site de edição de imagens muito bacaninha; tudo bem hipster, mas quem nunca, não é mesmo? Vai lá e dá um jeito nas fotos catinguentas que você com certeza tirou durante o carnaval; nada como um bom efeito para tirar a vibe pobre de uma cena.


TÃO TRISTINHOS 
PELO FIM DO CARNAVAL?
Eu não tô nem um pouco.
BEIJAS.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

#QuemSeLembra?




Esse gif tá mais pra QUEM NUNCA?
Castelo difícil da porra.

Se você não se identificou 
com esse post, meu bem, faz assim: morre.


Enquanto isso, num hotel da Farme de Amoedo...



SAMBA, SOCIEDADE!
SAMBA!


domingo, 19 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Lana Del Mau Gosto.



Perdeu meu respeito.
Daqui pra frente, só as músicas.


domingo, 12 de fevereiro de 2012

Whitney, Renan e Cássia.

O lado ruim de ser filho único, acreditem, não é a super proteção de uma mãe dominadora ou a ausência de um pai inevitavelmente fanfarrão. A verdade é que a gente fica sem ter com quem dividir certos fardos, e é sobre um deles que vou escrever hoje.
Meus pais separaram-se quando ainda estavam no auge da juventude, aos meus três anos de idade, ou seja, nada mais normal do que tentarem reerguer suas vidas amorosas. 
De um lado, o sr. Luiz Carlos sempre muito discreto em relação as suas namoradas; em 21 anos de separação, me apresentou apenas duas - uma quando eu tinha 4 anos (uma tagarela insuportável que me enfiava biscoitos de polvilho doce goela abaixo para ver se eu me aquietava) e a outra aos meus 21 (outra tagarela, mas dessa eu gostava). Do outro lado, dona Rosana e seus namorados, aos quais fui apresentado sem exceções; todos eram gente boa, mas sabem como é, né? Nunca ninguém está a altura de mamãe.
Dos namorados de Rosana, há um que se destacou; foi o que ficou mais tempo ao lado dela e o que mais se meteu na minha vida (a contragosto de meu pai, devo ressaltar). Não que ele fosse má pessoa, pois não era... Era apenas descompensado (emocionalmente falando) e tinha três filhos. Três filhos, repito; eu, gordo, chato, do contra e deprimido, contra três adolescentes sadios, problemáticos e normais.
Desses três, pela proximidade de idade, Renan, o caçula, foi o que chegou mais perto de se tornar um amigo... o problema é que ele conseguia ser mais pentelho do que eu. Em poucos meses estávamos numa relação de amor e ódio ambígua e subjetiva; num dia curtíamos a companhia um do outro, no outro estávamos quase saindo no tapa.
Uma de nossas homéricas discussões envolveu Cássia Eller e Whitney Houston; ELA É MELHOR QUE ELA, É CLARO! Berrávamos um na cara do outro. Cássia tinha morrido poucos meses antes do carnaval de 2002, quando viajamos todos para uma casa alugada em Cabo Frio (programa de índio, eu sei). A convivência em demasia não fez bem aos nervos de ninguém, mas eu e Renan fomos os primeiros a surtar.

- Renan, olha a voz da Whitney! Pelo amor de Deus...
- Olha a voz da Cássia Eller e as mensagens das músicas dela, Gui! Se toca!

Ficamos uns dois dias nesse embate, até que dei meu típico ataque de pelanca e convenci dona Rosana a permitir meu retorno prematuro a paz de nosso sacrossanto lar no Rio de Janeiro. Nunca fiquei tão aliviado ao voltar para casa - nem mesmo durante minhas crises de síndrome do pânico dos últimos seis meses.
Não lembro exatamente quando - chuto que faz no máximo dois anos - minha mãe chegou do trabalho cabisbaixa, pensativa...

- Filho, lembra do Renan? Fiquei sabendo hoje que ele morreu...
- COMO ASSIM???
- Num acidente de moto dias atrás...

Não sei como lidar com a morte; talvez por ter passado perto dela pouquíssimas vezes. Por dias essa notícia pipocava nos meus pensamentos...

"Ele morreu... Como pode isso?"

Pois é, morreu. Fiquei com pena do pai dele pois, apesar de todas as minhas ressalvas quanto ao nosso passado em comum, caramba, perder um filho deve ser uma das piores coisas do mundo - junto de Michel Teló e Domingão do Faustão, é claro; Renan adorava esse meu humor negro, devo esclarecer.
E agora, dez anos depois, Whitney Houston morre. Por mais que ainda não tenham esclarecido a causa da morte, quem conhece a história da cantora já tem um palpite certo; dorgas, Manolo.
Cá estou eu, com a morte ao meu encalce. Os três elementos fundamentais de um momento super marcante da minha vida já não estão mais vivos, o que me leva a questionar: quando será que essa briga vai acabar de vez? Falta apenas a minha morte para encerrar esse embate deixado em aberto desde 2002. Rezo a Deus para que ela permaneça em suspenso por mais uns 60 anos pelo menos... Ainda que a vontade seja de pedir que ela nunca se resolva. Whitney, Renan ou Cássia, a conclusão é apenas uma: life is a bitch.


Para sempre "O Guarda Costas".






sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Sexta é dia de...?

...FELICIDADCHE!

Começou na janela da cozinha...
...e terminou na da sala.



IT'S FRIDAY! FRIDAY!
GOTTA GET DOWN ON FRIDAY!



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

"We Need To Talk About FUÉN".

Mencionei alguma vez que detesto escrever sobre cinema? Não me acho capacitado o suficiente para avaliar qualquer tipo de arte, pois sei que me falta conhecimento, sensibilidade e paciência. Muito embora eu já o tenha feito uma dezena de milhares de vezes e seja pauta recorrente no meu seletíssimo círculo de amizades, falar sobre cinema me parece falta de assunto; OPA, CALMA LÁ! (...) Não, é bem isso mesmo.
Há uma banalização dentro desse nicho, já que o maravilhoso advento da internet permitiu a todo e qualquer pé rapado (como eu) a meter o bedelho naquilo que não entende - e vamos combinar que, em termos de pauta, cinema é um dos assuntos mais populares.
Faltam filmes interessantes, há uma urgência na renovação de atores e os efeitos especiais já não são suficientemente capazes de disfarçar um roteiro fraco sobre uma história ruim, sendo uma atuação brilhante, vez ou outra, o que nos traz algum esperança; há filmes que valem a experiência apenas por algum ator filho da puta que superou todas as expectativas do papel que lhe foi incumbido. Infelizmente, esse não é o caso de "Precisamos Falar Sobre o Kevin" (We Need To Talk About Kevin).
Tilda Swinton (a esquisitona de beleza extraterrestre aí de cima), conhecida por ter feito uma meia dúzia de personagens ímpares (com os quais nunca tive nenhum tipo de contato), encabeçou esse estranho filme sobre um filho que odeia a mãe, mas na verdade a ama; pois sim, é um paradoxo. Paradoxo este que deveria tornar o filme interessante, mas muito pelo contrário, nada fez além de atrapalhar.
O desenvolvimento do vilão em foco foi muito mal amarrado, os personagens secundários não passam de flatulências no universo e a atuação da srta. Swinton, bem, foi impecável - e é aí que está o problema. Fizeram um filme inteiro para que ela provasse por A + B que é uma puta atriz, mas esqueceram que, ALÔ, o mundo já sabe. É que nem Meryl Streep concorrendo a Oscar; DERP, QUE ÓBVIO. Não surpreende, não prende, não encanta. Você senta preparado exatamente para o que vai assistir, em momento algum o filme te surpreende.

- Por que está sendo superestimado pelo público e crítica então, sr. sabichão?

Pelo mesmo motivo que "Cisne Negro" (Black Swan, 2010) foi: desespero. São tantos filmes ruins, reciclagens desnecessárias e clichês blockbusterianos que basta aparecer um filme com um pouquinho mais  de sensibilidade e pronto, todo mundo se refestela na bosta. Não que ambos os filmes não tenham seus méritos, pois eles tem... Só que não são nenhum dos que vocês estão pensando, acreditem. 

Se eu sei?
*Releiam a interrogativa da 1ª linha do 1º parágrafo*


"Precisamos Falar Sobre o tempo. Está chovendo aí? 
Aqui tá mó céu aberto, quente à beça e..."

=)))

Cigarettes.


"Desconfia daqueles que não fumam: 
esses não têm vida interior, não têm sentimentos. 
O cigarro é uma maneira disfarçada de suspirar..." 

- Arte de Fumar, Mário Quintana.

Beijo Dr. Drauzio Varella.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

YOU WANNA?


Foto hackeada de celular é uma merda, neah?



afff
Isso porque Madonna é minha cantora favorita.
Imagina se não fosse.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Sublime momento.



Debaixo das nuvens
 sobre ao mar
refletidos nos 
céus
 Oxalá, Iemanjá.

Sublime momento
de palavras ao vento...
venha pôr do sol,
traga o luar.

Do oceano de tua alma,
vazado por espelhos de nobreza,
surpreende-te.
Festeja então, és mortal.


Oh, segunda-feira...


...por que sempre és tão melancólica?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

MDNA.

E saiu (dias atrás, eu que sou lerdo) a capa do novo álbum da Madonna. Taí uma cantora que eu não entendo como nêgo pode odiar; de todas, é a que menos enche o saco na mídia e ainda nos brinda com pérolas como http://migre.me/7Mouc, ou seja, um oásis no meio desse insuportável pop americano, superlotado com cantoras sem talento e cheias de Autotune plus Photoshop OH WAIT! Ok, falta de talento não é bem o caso da tia véia, porque, olha, ô diaba para fazer dinheiro; se isso é não ter talento, me chama de imprestável e me joga no videoclipe, meus amores.

Eis a capa...


Vamos aos fatos? Parece que ela posou atrás da porta da área de serviço de casa; entendi a intenção, mas não funcionou.
Sim, rola toda uma mágoa de Kylie Minogue na produção maquiagem/cabelo e na posição do rosto; dica de quem te ama: supera, minha senhora. Ela pode ser dez anos mais nova que você, mas já não consegue mais expressar sentimentos por causa do excesso de botox. Ouça Adele em cima do DVD da Aphrodite Les Folies Tour por uns dias e deixa esse espírito mal sair do seu corpo... desintoxica, Madonninha. 
Dessa capa creyça, o que me cativou foram as cores - essa parte da arte das capas a miserável costuma acertar. 
Vou nem comentar o primeiro single, mas sei que Nicola Roberts ficou super feliz com a demo que vazou e disse se sentir honrada com a cópia descarada. 
Resumindo, MDNA servirá pra filha da puta ficar ainda mais ryca e a gent ter música nova de cantora velha (rysos) pra dançar cas amiguë na buatchy. 

E o que será que pensa
Madonna sobre isso tudo?



"DIE, GAGA!"

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Ai meu pau!



Se você é homem, você me entende.
OBS: é claro que não é o meu nessa foto. Tenho amor a vida.


AAAI MINHA ROLA!