sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

MDNA.

E saiu (dias atrás, eu que sou lerdo) a capa do novo álbum da Madonna. Taí uma cantora que eu não entendo como nêgo pode odiar; de todas, é a que menos enche o saco na mídia e ainda nos brinda com pérolas como http://migre.me/7Mouc, ou seja, um oásis no meio desse insuportável pop americano, superlotado com cantoras sem talento e cheias de Autotune plus Photoshop OH WAIT! Ok, falta de talento não é bem o caso da tia véia, porque, olha, ô diaba para fazer dinheiro; se isso é não ter talento, me chama de imprestável e me joga no videoclipe, meus amores.

Eis a capa...


Vamos aos fatos? Parece que ela posou atrás da porta da área de serviço de casa; entendi a intenção, mas não funcionou.
Sim, rola toda uma mágoa de Kylie Minogue na produção maquiagem/cabelo e na posição do rosto; dica de quem te ama: supera, minha senhora. Ela pode ser dez anos mais nova que você, mas já não consegue mais expressar sentimentos por causa do excesso de botox. Ouça Adele em cima do DVD da Aphrodite Les Folies Tour por uns dias e deixa esse espírito mal sair do seu corpo... desintoxica, Madonninha. 
Dessa capa creyça, o que me cativou foram as cores - essa parte da arte das capas a miserável costuma acertar. 
Vou nem comentar o primeiro single, mas sei que Nicola Roberts ficou super feliz com a demo que vazou e disse se sentir honrada com a cópia descarada. 
Resumindo, MDNA servirá pra filha da puta ficar ainda mais ryca e a gent ter música nova de cantora velha (rysos) pra dançar cas amiguë na buatchy. 

E o que será que pensa
Madonna sobre isso tudo?



"DIE, GAGA!"

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