domingo, 25 de março de 2012

MDNA gone wild.

Ressuscitei de minhas catacumbas para comentar o novo clipe e álbum dessa linda; o clipe de Give Me All Your Luvin' ficou sensacional, mas não despertou meu interesse o suficiente para ganhar uma publicação somente sobre ele.
O último clipe da Madonna é... épico. Girl Gone Wild é Madonna putona, em black and white, rodeada por homens de salto alto e couro, toda revolts reclamando no Twitter que quer ser uma boa menina; MENINA? Minha senhora, cê já passou dos cinquenta. Menas, néé? Credo.
É evidente que ficou parecido com Justify My Love, Erotica, Vogue e mais uns 30 clipes que ela fez, mas, ora pois, é assim que a gent gosta mesmo.
MDNA superou minhas expectativas completamente. Eu super curti Hard Candy e só agora fui entender a crítica em torno dele; foi fraco mesmo. Não que MDNA seja O ÁLBUM dela, mas, porra, ficou super gostosinho de se ouvir e com estilos musicais mais variados; do house eletrônico com muito Autotune, passando pelo ritmo chiclete que não sai da cabeça, enlaçado por um pouco de Cabala.
Dou estrelinha dourada para Girl Gone Wild (vontade de dançar em cima da mesa de jantar), Addicted (chatinha, mas tem seus momentos e é super dançante), Turn Up The Radio (tão feliz e auto-ajuda-feelings), Superstar (caí de amores por essa coisa melada e com cara de regravação), Give Me All Your Luvin' (adoro cheerleaders, fim), Love Spent (dá pra dar umazinha sem ligação no dia seguinte), Masterpiece (só não é mais cafona do que La Isla Bonita - porque nada nesse mundo consegue isso), I Fucked Up (ótima quando acelera o ritmo), Beautifull Killer (tem cara de abertura de filme do 007, mas é uma delícia), I'm a Sinner (não sei por que, mas me lembra Beautifull Stranger) e B-Day Song (ela estava on drugs, só pode); praticamente o CD inteiro, ou seja.
Ás vezes uma imagem vale mais do que mil palavras, então, vou encerrar essa publicação com um bom resumo do que sinto por MDNA.
CHOREI LITROS DE AVON.


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